quarta-feira, 11 de abril de 2012

Galileo Educacional desconhece a paralisação dos professores


Por enquanto, interrupção das aulas não pode ser considerada uma greve.

A Galileo Educacional – entidade gestora da UniverCidade e da Universidade Gama Filho (UGF) – afirmou desconhecer, que esteja ocorrendo paralisação por parte dos professores em suas unidades de ensino, na noite desta quarta-feira (11/4), ao OPINÓLOGO. Foi, então, que este site fez a gentileza de informá-la do que está ocorrendo, inclusive, contestando-a por meio da nota divulgada, no final desta tarde, pelo Sindicato dos Professores do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio). O grupo mantenedor disse que iria “averiguar” as informações. Mais cedo, aconteceu uma assembléia para discutir a suspensão das atividades. No entanto, não está muito claro se as aulas continuariam paralisadas por toda esta semana ou não. Apenas foi dito que, no próximo sábado (14) teria uma nova assembléia para “definir os rumos do movimento”, e que na segunda-feira (16), às 9h da manhã, os docentes realizariam uma “Aula Externa”, em frente ao campus Ipanema, da UniverCidade, na Lagoa Rodrigo de Freitas. OPINÓLOGO tentou buscar mais explicações sobre o evento de hoje, junto à diretoria do Sindicato, mas não conseguiu. Uma das representantes, por exemplo, disse que estava embarcando num avião e que não dava para conversar no momento.

O Sinpro-Rio reivindica os salários atrasados, os pagamentos do 13° de 2007 e 2011, o cumprimento do dissídio coletivo de 2006, o depósito do FGTS, supostamente, não efetuados desde 2003 e do não recolhimento do INSS desde 2006. Além disso, exigem melhores condições de trabalho, tais como: higiene, segurança e equipamentos. É importante lembrar que, os débitos trabalhistas mencionados são oriundos da administração anterior, quando a UniverCidade ainda pertencia ao empresário Ronald Levinsohn, dono da antiga e falida caderneta Delfim. Portanto, a Galileo Educacional adquiriu um “abacaxi” pra tentar descascar.

Desde a última segunda-feira (9), que as aulas foram interrompidas. De manhã no campus Ipanema, da UniverCidade. À noite, nos campi de Freguesias, em Jacarepaguá, e Gonçalves Dias, no Centro, incluindo a unidade da zona sul.

É importante salientar que, a interrupção temporária das aulas não pode ser considerada uma greve. Pois, para isso, é preciso que seja acordado em assembléia no sindicato da categoria e que seja publicada em jornais de grande circulação, para que tenha os respaldos legais. Portanto, trata-se de apenas uma paralisação.

A suspensão das aulas acontece a cerca de duas semanas para o início das provas na UniverCidade, que estão marcadas para começar a partir do próximo dia 24.

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