Por que o Brasil não vai para frente? – parte 1

Segunda-feira, 17 de abril de 2017 A inflação brasileira começou ainda no século 19 Imagem: Copiada da Wikipédia / Reprodução / C...

Segunda-feira, 17 de abril de 2017

A inflação brasileira começou ainda no século 19

Imagem: Copiada da Wikipédia / Reprodução /
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A moeda inglesa do século 19
Em 2009, o então primeiro ministro espanhol José Luis Zapatero disse que, com o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT-SP), o Brasil tinha deixado de ser o país do “se” para se converter numa “realidade formidável”. Em 2005, a nação sul-americana havia anunciado o pagamento antecipado da dívida de US$ 15,5 bilhões com o Fundo Monetário Internacional (FMI) a vencer em 2006 e 2007, e com isso economizado US$ 900 milhões. O país chegou a ser a sexta ou sétima maior economia mundial. E a vitrine do petismo era os programas sociais como o Fome Zero, admirado internacionalmente, e o Bolsa Família.

Ainda sobre o FMI: de devedor o país se converteu em credor, e deu mostras de que era seguro investir aqui, mesmo sendo governado por um partido de esquerda – o Partido dos Trabalhadores (PT) –, ainda mais quando o socialismo no subcontinente, especialmente na Venezuela, provocava insegurança jurídica, por conta das nacionalizações promovidas pelo chavismo. Lula mandava um recado ao mundo: que apesar das afinidades políticas e ideológicas com a esquerda latino-americana, queria se inspirar na China.

Assim como nas campanhas eleitorais, o petismo adotou o marketing para exaltar o suposto crescimento econômico. Como a legenda gosta de dizer: a empregada doméstica passou a viajar de avião e o pobre pôde comprar eletrodomésticos. Mas, o progresso ao qual o PT tanto se orgulha caminhou de mãos dadas com a corrupção, digam-se de passagem o Mensalão e a Lava-Jato, por exemplo. As quadrilhas que saquearam a Petrobras levaram mesmo a sério o lema “a Petrobras é nossa”.

O Partido dos Trabalhadores levou 20 anos para chegar ao poder, mas em 13 anos se destruiu, contribuiu para a desconstrução da própria esquerda, está prestes a entrar numa espécie de “supernova” (fenômeno astronômico conhecido como a morte de uma estrela) e agora ante as reformas fiscal, trabalhista e previdenciária propostas pelo presidente Michel Temer (PMDB-SP) e após o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT-RS) busca ressurgir das cinzas. O PT tenta se agarrar ao fiasco do atual governo para encobrir os próprios erros. O peemedebista justifica as medidas nas políticas adotadas pela gestão anterior na qual ele fazia parte.

Atualmente, a dívida externa do Brasil está estimada em mais de US$ 300 bilhões. Muitos brasileiros não acreditam no tal milagre econômico narrado pelo petismo em 2005, e argumentam que, em compensação, a dívida interna teria aumentado nos últimos anos, devido aos juros pagos para fomentar investimentos.

A dívida externa sempre foi um fardo para o Brasil. Vários historiadores atribuem o início da inflação brasileira ao empréstimo de dois milhões de libras esterlinas que o imperador Dom Pedro I fez à Inglaterra, entre 1824 e 1825, para comprar de Portugal o reconhecimento de que a nação era livre. Em 1822, o herdeiro do trono tinha declarado o Brasil independente de seus colonizadores.

Mas, a dívida externa brasileira pode ter começado bem antes, já com a vinda da família real, em 1808, ao fugir do francês Napoleão Bonaparte. A coroa portuguesa foi escoltada pela marinha inglesa. A dívida foi herdada pela ex-colônia, quando Dom João VI retornou a Portugal para não perder o trono, tendo em vista o movimento de insurgência pelo fato de o país europeu não ter um rei presencial.

Da monarquia à república contemporânea o Brasil fez inúmeros empréstimos no exterior. Nunca conseguiu ser totalmente, ou realmente, independente no sentido literal da palavra.

Para avaliar o fracasso do Brasil de hoje nos diferentes aspectos é preciso levar em consideração suas bases e raízes históricas: enquanto que os ingleses fizeram de suas 13 colônias na América do Norte – hoje Estados Unidos – colônias de povoamento, os portugueses fizeram do gigante sul-americano colônia de exploração. Inicialmente, só queriam desta terra pau-brasil, ouro e metais preciosos. Demorou 30 anos, após o descobrimento, para começar a colonizar. Na verdade, foi forçado a isso para conter invasões estrangeiras. Em seu processo de ocupação enviou prisioneiros para cumprirem pena no que mais tarde a imperatriz Carlota Joaquina apelidara de “o quinto dos infernos”. A diferença de mentalidade dos colonizadores diz tudo sobre a evolução entre os dois países.
Em 1776, os moradores das 13 colônias declaravam sua independência em relação à Inglaterra, numa guerra que se estendeu até 1781. Os ideais iluministas influenciaram bem mais depressa o processo na América do Norte do que na própria França, de onde surgiu. Somente em 1789 ocorreu a grande revolução com a queda da Bastilha. O Brasil levou 46 anos, em relação aos Estados Unidos, para declarar-se também livre, com a diferença de que não houve derramamento de sangue, o que explica o fato de a bandeira não ter entre suas cores o vermelho. 

Os problemas do Brasil não são apenas econômicos, são, principalmente, culturais. Foi o último país das Américas a abolir a escravidão, em 1888, por exemplo. Suas transformações políticas foram marcadas por golpes ou supostos golpes de estado, começando pelo fato de o príncipe Dom Pedro II ter assumido o trono aos 15 anos, antes da idade permitida. O fim da monarquia ocorreu por meio da expulsão da família real do trono por militares em 1889, dando início a uma república de marechais e depois a “café com leite”. Em 31 de março de 1964, há 53 anos, o país sofria um golpe militar, cuja ditadura durou até 1985. Em menos de 30 anos depois do retorno, ou início, da democracia – com a atual Constituição –, o país já teve dois presidentes depostos: o primeiro, Fernando Collor de Mello, em 1992, por suposta corrupção; a segunda, Dilma Rousseff (PT-RS), no ano passado, por suposto descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal. Não está claro ainda se ela foi vítima de suposto golpe ou não, ou de oportunismo por parte da oposição no Congresso.

O atual presidente da República, Michel Temer (PMDB-SP), está em risco de ser cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por suposta irregularidade na chapa formada com Dilma Rousseff (PT-RS) em 2014. A coligação é investigada por recebimento de doação via caixa dois da Odebrecht, empreiteira investigada no âmbito da Lava-Jato, operação que apura a roubalheira na Petrobras. No caso do peemedebista, o suposto golpe poderia ser dado pela corte eleitoral, se decidir punir somente a petista e não inclui-lo.

Apesar de o Brasil ser multicultural, há algumas coisas que marcam, do Oiapoque ao Chuí, a identidade de sua gente: o futebol, o carnaval e o “jeitinho brasileiro”. Na nação onde quase tudo termina em festa e ser político é uma profissão, a corrupção não é apenas uma filosofia ou estilo de vida, é um modus operandi, um vício, uma prática de sobrevivência que vai desde furar a fila no banco a subornar o guarda no trânsito para não ser multado, do policial que vende armas para traficante e mais tarde pode ser morto por esse mesmo criminoso ao político que age com patrimonialismo e saqueia milhões de estatais. A inércia, a passividade, o conformismo e a indiferença do brasileiro ante sua conturbada realidade é motivo de indagações e de curiosidade. O povo se incomoda muito mais com questões particulares como o caso de uma garotinha ter sido jogada do alto de um apartamento pelo pai e a madrasta, ou de um jogador ser acusado de desaparecer e esquartejar o corpo da ex-namorada, como também um caso de agressão a uma participante de certo “reality show” do que com a crise política, financeira e moral de suas instituições. A corrupção já foi banalizada e faz parte de seu cotidiano, tanto faz se um político desvia milhões de reais da saúde ou da merenda escolar ou se um pai de família desempregado furta um litro de leite num supermercado. A diferença é que haverá justiça para este último.

Em 2013, o Brasil foi palco de uma onda de protestos, que instavam o combate efetivo à corrupção e à impunidade, reforma política, entre outras coisas. Quatro anos se passaram e a reforma nunca avançou, ao menos do jeito que deveria. No atual momento, políticos citados e/ou investigados em supostos esquemas de corrupção visam subverter os anseios populares e criar uma reforma política que os mantenha no poder. Em recente jantar de aniversário, o senador José Serra (PSDB-SP) comentou da possibilidade de apresentar uma proposta de emenda à constituição (PEC) para desvincular o sistema eleitoral da Constituição e propor o voto em lista fechada. O eleitor votaria apenas no partido e este escolheria quem ocuparia os cargos, de acordo com o número de assentos conquistados nas urnas.

O sistema eleitoral brasileiro já passou por vários processos: voto cabresto comandado pelo coronelismo, o direito ao voto feminino e o voto opcional para maiores de 16 anos. Para maiores de 70 anos e analfabetos o voto é facultativo. Pena que a legislação não faça nenhuma menção a analfabetos políticos. A maioria dos eleitores não se lembra em quem votou na última eleição. O “neocoronelismo” é um fenômeno em cidades de interior: a população depende demais de favores da administração municipal, tipo uma ambulância para levar o paciente a um hospital na capital ou um emprego, por exemplo. As cidades não evoluem, de modo que os cidadãos fiquem à mercê das gentilezas políticas. Além disso, as eleições não são disputadas entre políticos, mas entre famílias rivais. Há uma espécie de revezamento de poder.

Desse jeito não tem como o Brasil ir para frente.

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Opinólogo - Jornalismo Opinativo: Por que o Brasil não vai para frente? – parte 1
Por que o Brasil não vai para frente? – parte 1
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Opinólogo - Jornalismo Opinativo
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