Funcionários administrativos da UniverCidade, no Rio de Janeiro, realizaram um protesto em frente à sede da Galileo Educacional – grupo gestor –, na Rua Sete de Setembro, 66, nesta segunda-feira (7/4). O evento começou por volta das 10h da manhã e terminou por volta das 13h, após funcionários – um de cada unidade, representando os demais – terem conseguido se reunir com o novo diretor de Operações, Wanderley Cantieri, antes, pró-reitor de Admissão.
Durante a reunião, os funcionários teriam ouvido as mesmas promessas que os estudantes, de que o salário de abril seria pago até o quinto dia útil (8), e que o de março não teria previsão. Os mesmos não aceitaram voltar às atividades e decidiram continuar a greve iniciada na última quinta-feira (3), depois de uma assembléia no sindicato da categoria (SAAE-RJ). Na quarta-feira passada (2), um grupo de alunos e duas professoras estiveram com o diretor de Operações, quando a sede da instituição foi ocupada em protesto por não haver aula há quatro semanas e por atrasos nos pagamentos dos docentes.
No entanto, a novidade não teria sido o protesto, mas sim, a presença do empresário Ronald Levinsohn – antigo dono da UniverCidade – junto com seu advogado na sede do grupo controlador. Não se sabe o motivo de sua visita. No entanto, especula-se se ele ainda faria parte do quadro de acionistas da faculdade. Ou, então, se a Galileo Educacional, supostamente, não o teria quitado a nova aquisição.
Os professores se reunirão em uma nova assembléia no sindicato da categoria (Sinpro-Rio), na próxima quarta-feira (9), para decidirem se a greve continua ou não. Tudo vai depender se o grupo gestor cumprir sua palavra e pagar março e abril.
Nesta segunda-feira (7) completa cinco semanas que os alunos estão sem aulas, quando houve inicialmente uma paralisação de seus mestres. E no dia 9 deste mês, um mês.
A verdade é que essa crise poderia, supostamente, estar manchando o diploma dos alunos, por causa da repercussão negativa que está tendo. O que se faz pensar que, realmente, com a fusão entre Universidade Gama Filho (UGF) e UniverCidade, esta deixaria de existir para dar lugar à primeira, que tem uma marca muito mais forte, além disso é uma “universidade”, enquanto a segunda, um “centro universitário”, que está limitado e não pode investir em pesquisas. Nenhuma empresa que se preze, deixaria seu nome na “lama” sem se defender, além de tudo, demorou muito para dispor de uma assessoria de comunicação.
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Também desconfio que a fusão tenha sido uma estratégia para acabar com a UniverCidade. Está cada vez mais evidente, ainda mais com a discriminação no pagamento dos salários.
ResponderExcluirO nome do gestor da UniverCidade não é Wanderley Cantiere e sim, Wando Cantiere!
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