Terça-feira, 03 de fevereiro de 2015
Com o ano letivo de 2015 que deveria ter começado ontem (2/2), professores e funcionários administrativos da Universidade Cândido Mendes (Ucam), no Rio de Janeiro, resolveram, em assembleia conjunta na mesma data, iniciar uma greve por atrasos salariais. As duas categorias se queixam do não recebimento do 13º salário, o não repasse de contribuições trabalhistas como INSS e FGTS, ademais de suposta retaliações como demissões de funcionários antigos.
O encontro ocorreu na unidade Centro, na Rua da Assembleia, nº 10. Na próxima terça-feira (10), haverá nova assembleia para avaliar a continuidade da greve, que é considerada por tempo indeterminado.
Não foi divulgado se a greve atinge todos os campi. No dia 9 deste mês, por exemplo, acontecerá uma manifestação na unidade Padre Miguel, na Zona Oeste.
Não foi divulgado se a greve atinge todos os campi. No dia 9 deste mês, por exemplo, acontecerá uma manifestação na unidade Padre Miguel, na Zona Oeste.
Não é a primeira vez que a Ucam entra em greve por problemas trabalhistas. Em 2013, docentes suspenderam as funções por conta do atraso nos pagamentos de março, abril e maio daquele ano, de férias, do 13º salário correspondente a 2010 e 2011, entre outros.
Vale lembrar que a Cândido Mendes foi mencionada no relatório da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) para investigar supostas irregularidades em instituições de ensino superior (IES) privadas fluminenses. O documento fala em supostos assédio moral, apropriação indébita de recursos e convênios com prefeituras sem licitação nem autorização do Ministério da Educação (MEC).
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