Sábado, 14 de março de 2015
Ato em apoio a Dilma Rousseff, organizado pela CUT, aconteceu em vários estados
Imagem: Marcelo Camargo / Agência Brasil / Reprodução /
Creative Commons
![]() |
| Em São Paulo |
Tem-se a certeza de que tais manifestantes realmente padecem de uma espécie de Síndrome de Estocolmo, quando defendem valores e coisas contrapostas:
Imagem: Fernando Frazão / Agência Brasil / Reprodução /
Creative Commons
![]() |
| Sede da Petrobras, no Centro do Rio |
2) Ser contra o 'golpismo' na Petrobras, mas a favor de Dilma Rousseff, quem autorizou a compra bilionária de duas petrolíferas em Pasadena, nos Estados Unidos, quando era presidente do Conselho de Administração da estatal durante o governo Lula.
3) Ser contra o 'golpismo' na Petrobras, mas a favor da líder sul-americana, que, de acordo com o doleiro Alberto Youssef, supostamente, sabia das falcatruas na empresa.
4) Ser contra o 'golpismo' na Petrobras, mas em defesa do Partido dos Trabalhadores (PT), acusado de ter, supostamente, embolsado nada mais nada menos do que US$ 200 milhões.
5) Ser contra o 'golpismo' na Petrobras, mas a favor dos supostos golpistas.
6) Ser contra o 'golpismo' na Petrobras e na política, mas distorcer o conceito do mesmo.
7) Ser a favor da democracia, mas contra protestos contrários a Dilma Rousseff.
Imagem: Fernando Frazão / Agência Brasil / Reprodução /
Creative Commons
![]() |
| No meio, o líder do MST, junto à deputada Jandira Feghali, no Rio |
O 'golpismo' no qual se referem os militantes e os manifestantes é o da direita. Eles acusam a oposição de querer privatizar a estatal petroleira devido à ampla repercussão que o caso está tendo, especialmente pela operação Lava-Jato, uma investigação da Polícia Federal. É nítida a tentativa de vincular a salvação do PT à salvação da Petrobras, como se ambos fossem um só. As denúncias envolvendo ao menos três partidos – Progressista (PP), o do Movimento Democrático Nacional (PMDB) e o PT – reafirmam que a companhia foi partidarizada.
No Rio (fotos 2 e 3), por exemplo, pelo menos mil pessoas, segundo a PM – cinco mil segundo a CUT –, caminharam da Cinelândia, no Centro, até a sede da Petrobras, a alguns quarteirões. Entre os presentes estavam o líder do MST, João Pedro Stédile, e a deputada federal Jandira Feghali (PcdoB-RJ).
Já na Bahia, estiveram presentes o ex-presidente da Petrobras José Sérgio Gabrielli, entre 2005 a 2012, e os deputados estadual Jorge Solla (PT-BA) e federais Daniel Almeida (PCdoB-BA) e Alice Portugal (PCdoB-BA). De acordo com a PM, haviam entre 600 a 800 manifestantes na porta da estatal, enquanto que para os organizadores, três mil.
Caso curioso é o do Acre com apenas um manifestante num carro de som, panfletando, segundo o portal 'G1'.
No Distrito Federal (foto 4), 600 pessoas, segundo a PM, foram às ruas (vídeo) 'em defesa da Petrobras' e gritavam: “Não vai ter golpe!”. Para a CUT, cinco mil.
Vídeo: R Duvale / YouTube / Reprodução
Vídeo: R Duvale / YouTube / Reprodução
Reportagem do 'Valor Econômico' afirma que vários manifestantes teriam, supostamente, recebido R$ 35 para participar do ato pró-Dilma e/ou para segurar balões.
Imagem: Fábio Rodrigues Pozzebom / Agência Brasil /
Reprodução / Creative Commons
Reprodução / Creative Commons
![]() |
| Em Brasília (DF) |
Por falar em impeachment, o deputado federal Jair Bolsonaro (PP-RJ) protocolou na Câmara, na última quinta-feira (12), um requerimento de impeachment contra a chefe de Estado, denunciando-a por supostos crimes de improbidade administrativa no caso da estatal.
“Os fatos que levaram a cassação do ex-Presidente Fernando Collor [em 1992] são bem menos graves e inconsistentes que os imputados à Sra. Dilma Rousseff”, destacou Bolsonaro.
Leia também:
O cardápio servido a Dilma Rousseff
Leia também:
O cardápio servido a Dilma Rousseff




Postar um comentário
Sua opinião será publicada, logo que aprovada, conforme Política de Uso do site.
O OPINÓLOGO agradece o seu comentário.