Três estudantes foram vítimas de arma de choque pela Polícia, durante manifestação ocorrida em frente ao prédio da reitoria da UniverCidade, na Rua Sete de Setembro, 66, no Centro da capital carioca, na noite desta quinta-feira (17/5). Um deles é o presidente da União Estadual dos Estudantes (UEE-RJ), Igor Mayworm, a outra é uma aluna chamada Raquel, e o terceiro, que teria ido embora logo, não foi identificado. Eles só estavam apenas protestando pela falta greve dos professores que já dura mais de um mês.
A manifestação começou por volta das 17h. Já passa de 1h da manhã desta sexta-feira (18), e os alunos continuam de prontidão. Eles se recusam deixar o local sem falar com algum representante do grupo Galileo Educacional, entre eles o novo reitor, Fernando Braga, e o diretor de Operações, Wanderley Cantieri, que ainda estariam no prédio, segundo alguns dos presentes ao OPINÓLOGO. No momento, os alunos estariam providenciando comida para “acampar” naquela área.
É a segunda vez que os alunos ficam tanto tempo em protesto em frente ao edifício do grupo gestor. No dia 2 deste mês, por exemplo, eles conseguiram ocupar o prédio e só saíram de lá após reunião com os dois representantes citados. Da primeira vez, a Polícia sequer tinha sido chamada e tudo tinha ocorrido pacificamente.
Assembléia na UGF adiada
Uma assembléia do Sindicato dos Professores do Município do Rio de Janeiro (Sinpro-Rio) que estava marcada para acontecer, nesta quinta-feira (17), na Universidade Gama Filho (UGF), na Piedade, foi adiada para o próximo dia 22, às 18h. O motivo, de acordo com o sindicato, foi a falta de energia elétrica no bairro, além de algumas outras coisas, não mencionadas pela entidade.
Fim da greve dos funcionários administrativos
Terminou, nesta quinta-feira (17), a greve dos funcionários administrativos da UniverCidade. Pois, eles finalmente teriam recebido o salário de março integralmente, informou o sindicato da categoria (SAAE-RJ). A reunião que ocorrerá no Ministério do Trabalho servirá para garantir que os grevistas não sejam descontados, nem que haja retaliações. Só falta saber quando os professores também serão agraciados, para que tudo volte às mil maravilhas. Porque lhes foi prometido que o restante do pagamento de abril estaria em suas contas até o último dia 15, e até o momento, nada.
A greve dos funcionários durou pouco, já que teve início no último dia 3, durante assembléia sindical.
Situação preocupante
A greve oficial dos docentes começou no dia 14 de abril, mediante aprovação em assembléia no Sinpro-Rio. Contudo, vários alunos já estavam sem aula desde o dia 9 daquele mês, quando seus mestres decidiram paralisar as atividades. Todo esse tempo sem aulas e com provas não aplicadas preocupa a todos, pelo receio de não conseguir recuperar o semestre. No entanto, os professores e o próprio grupo Galileo Educacional afirmaram que ainda era possível recuperá-lo.
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Eu não consigo tirar da cabeça que o MEC está "arrendado", por menos eles já interferiram em outras situações. Por que não interferir agora?!
ResponderExcluirEu estive lá na 5ª e voltei na 6ª, não pude dormir com a galera, mas estive lá. Pena que grande parte, prefere ficar em casa, no conforto, do que lutar pelos seus direitos. De qualquer forma, acredito que o semestre está perdido. Ninguem tem cabeça pra voltar a estudar e será muito difícil manter o nivel de aprendizado.
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