Sábado, 17 de janeiro de 2015
Imagem: Fernando Frazão / Agência Brasil /
Reprodução / Creative Commons
O Movimento Passe Livre (MPL) do Rio realizou seu terceiro ato de 2015, nessa sexta-feira (16/1), contra o reajuste na passagem de ônibus, que subiu de R$ 3 para R$ 3,40, no último dia 3 de janeiro. Cerca de 200 pessoas, segundo o portal “R7”, se concentraram próximas à Igreja da Candelária, no Centro, por volta das 17h, e seguiram pela Avenida Presidente Vargas, principal via do bairro, até a sede da Prefeitura.
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| Próximo à sede da Prefeitura do Rio |
O diário “Zero Hora” fala em 600 manifestantes. No entanto, nas redes sociais, pelo menos 5,1 mil pessoas tinham confirmado presença.
A quantidade de presentes nesse terceiro ato pareceu ser bem menor do que o ocorrido na semana passada, que teria reunido de 500 a mil, cujo ponto de concentração foi a Cinelândia.
Também parece ser uma tendência que esses protestos, ao menos no Rio, não seguirão adiante por tanto tempo, não só devido à baixa adesão como também, porque alguns de seus principais fomentadores estariam presos, foragidos e/ou respondendo processos judiciais.
Imagem: Fernando Frazão / Agência Brasil /
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| Protesto no Rio |
São Paulo
Em São Paulo também houve mais um protesto contra o aumento nos transportes públicos, nessa sexta-feira (16). Ônibus, trem e metrô subiram de R$ 3 para R$ 3,50 no início deste mês. Cerca de mil manifestantes passaram pela Prefeitura e pela Secretaria de Estado de Transportes, publicou a “Agência Brasil”.
Minas Gerais
No último dia 9 de janeiro, o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) tinha anulado o aumento da passagem de ônibus em Belo Horizonte, de R$ 2,85 para R$ 3,10, que entrou em vigor no dia 29 do mês passado, autorizado pela Empresa de Transportes e Trânsito de Belo Horizonte S/A (BHBTRANS).
Para o desembargador Elias Camilo, cabe exclusivamente à Prefeitura o reajuste. O mesmo não poderia ser concedido pela BHBTRANS, que é uma empresa de economia mista, ou seja, tem capital público e privado.


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