MEC aprova compra da faculdade pelo grupo Galileo Educacional
Alunos da UniverCidade, da unidade Carioca, no Rio de Janeiro, teriam sido surpreendidos, na noite desta sexta-feira (15/6), com o esvaziamento do local. Um oficial de Justiça – acompanhando de força policial e agentes de segurança do Metrô Rio – levava uma mandado de segurança para lacrar a unidade. Pois, a instituição, supostamente, estaria devendo desde 2009 o aluguel do espaço ao Metrô Rio.
Ao que parece, estudantes estariam fazendo provas naquele instante. Mas, os advogados da faculdade teriam conseguido adiar a decisão e um eventual despejo, pelo menos temporariamente. E o aluguel seria algo em torno dos R$ 80 mil mensais, de acordo com o Professor Brasileiro, um blog que acompanha há tempo a crise da UniverCidade.
OPINÓLOGO tentou entrar em contato com o Metrô Rio, mas não obteve sucesso. Primeiro, porque ao ligar para o canal de atendimento e solicitar o contato de sua assessoria, lhe foi passado o e-mail de uma empresa que já não lhe presta mais o serviço desde novembro do ano passado. Ao ligar novamente para o call Center da concessionária, lhe foi passado um telefone, e ninguém atende.
Outra novidade, segundo algumas fontes ao OPINÓLOGO, é que ex-reitor Márcio André poderia voltar ao cargo. Ele o teria deixado no início do mês de maio, conforme comunicado na época divulgado pelo grupo Galileo Educacional.
MEC aprova aquisição da UniverCidade pelo grupo Galileo Educacional
Sabe-se que no final do mês passado, o Ministério da Educação (MEC) aprovou a aquisição da UniverCidade pelo grupo gestor. Tal decisão foi publicada no Diário Oficial da União. Vale ressaltar que, isso não tem nada a ver com uma possível fusão entre UniverCidade e Universidade Gama Filho (UGF).
Sobre o pagamento dos professores
Os docentes receberam algo entre R$ 2 mil a R$ 2,5 mil no último dia 8 de junho. Não se sabe quando o restante vai ser depositado. O pagamento – mesmo que parcial – é uma aparente tentativa de disposição para resolver a crise. No entanto, isso preocupa aos alunos, que ficam com o receio de uma nova greve.
Fim da greve
Depois de mais de 40 dias sem dar aulas, os professores retornaram às atividades, que estavam suspensas desde o dia 9 de abril, durante paralisação parcial. A greve começou oficialmente no dia 14 do mesmo mês e terminou no dia 23 de maio, por decisões em assembléias no sindicato da categoria (Sinpro-Rio).
É o que eu esperava mesmo, a situação foi apenas maquiada. Aposto com vocês que não voltaremos para o 2º semestre! O pior é a situação muito estranha de aprovação pelo MEC, mesmo diante destes acontecimentos. E o silencio do MP? Igualmente estranho!
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