Colômbia cobra posição da Venezuela junto à Comunidade Internacional
Comissão de Relações Exteriores adia votação sobre a adesão do país de Chávez ao Mercosul
O Ministério de Relações Exteriores da Colômbia exige uma posição definitiva do governo venezuelano, diante da Comunidade Internacional, se aprova ou não as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Bogotá considera uma afronta aos direitos humanos e à democracia a exaltação feita pelo movimento esquerdista, Coordenadoria Continental Bolivariana, que reconhece como membros da “presidência coletiva” líderes da organização narco-terrorista. O mesmo grupo havia seqüestrado a ativista e senadora franco-colombiana, Ingrid Betancourt, em 2002, e a mantiveram refém por seis anos.
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa (CRE), do Senado brasileiro, adiou para a próxima terça-feira (15/dezembro/2009), a votação do texto do protocolo de adesão do país de Hugo Chávez ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), por causa do baixo número de parlamentares no plenário, segundo a Agência Senado. Com a aprovação da Venezuela ao Mercosul, esta terá poder de veto nas decisões do bloco, junto com o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai (que ainda não aprovou).
Para o Senador tucano, Arthur Virgílio (PSDB-AM), acordos com o vizinho sul-americano deveriam ser apenas no plano econômico, e não no político, já que não acredita em alianças com ditaduras. O parlamentar também disse que, caso a Venezuela seja aceita no bloco, que já convocaria a todos para uma missa de sétimo dia do Mercosul.
A imagem de Caracas não tem sido uma das melhores no cenário mundial: além de se comportar como uma ditadura, levando em conta as denúncias, junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), de supostas violações de direitos humanos e liberdade de imprensa, inclusive com a revogação de 34 estações de rádio. O país tentou criar uma lei crimes midiáticos, fez ameaças à Colômbia e aos Estados Unidos, caso tentassem invadir seu território (por causa das bases militares norte-americanas instaladas em solo colombiano, apesar deste governo dizer que é assunto interno), destruiu o lado venezuelano da ponte que ficava na fronteira com o país de Uribe, e também foi uma das justificativas para o golpe militar em Honduras, ocorrido no dia 28 de junho deste ano.
Apesar dos vários acordos políticos, sociais e econômicos com diversos países latino-americanos, pode-se considerar em contrapartida negativa a influência da Venezuela junto ao continente, como, por exemplo, a criação de uma lei de audiovisual, na Argentina, possivelmente uma, de comunicação, no Equador.
O Ministério de Relações Exteriores da Colômbia exige uma posição definitiva do governo venezuelano, diante da Comunidade Internacional, se aprova ou não as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc). Bogotá considera uma afronta aos direitos humanos e à democracia a exaltação feita pelo movimento esquerdista, Coordenadoria Continental Bolivariana, que reconhece como membros da “presidência coletiva” líderes da organização narco-terrorista. O mesmo grupo havia seqüestrado a ativista e senadora franco-colombiana, Ingrid Betancourt, em 2002, e a mantiveram refém por seis anos.
A Comissão de Relações Exteriores e Defesa (CRE), do Senado brasileiro, adiou para a próxima terça-feira (15/dezembro/2009), a votação do texto do protocolo de adesão do país de Hugo Chávez ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), por causa do baixo número de parlamentares no plenário, segundo a Agência Senado. Com a aprovação da Venezuela ao Mercosul, esta terá poder de veto nas decisões do bloco, junto com o Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai (que ainda não aprovou).
Para o Senador tucano, Arthur Virgílio (PSDB-AM), acordos com o vizinho sul-americano deveriam ser apenas no plano econômico, e não no político, já que não acredita em alianças com ditaduras. O parlamentar também disse que, caso a Venezuela seja aceita no bloco, que já convocaria a todos para uma missa de sétimo dia do Mercosul.
A imagem de Caracas não tem sido uma das melhores no cenário mundial: além de se comportar como uma ditadura, levando em conta as denúncias, junto à Organização dos Estados Americanos (OEA), de supostas violações de direitos humanos e liberdade de imprensa, inclusive com a revogação de 34 estações de rádio. O país tentou criar uma lei crimes midiáticos, fez ameaças à Colômbia e aos Estados Unidos, caso tentassem invadir seu território (por causa das bases militares norte-americanas instaladas em solo colombiano, apesar deste governo dizer que é assunto interno), destruiu o lado venezuelano da ponte que ficava na fronteira com o país de Uribe, e também foi uma das justificativas para o golpe militar em Honduras, ocorrido no dia 28 de junho deste ano.
Apesar dos vários acordos políticos, sociais e econômicos com diversos países latino-americanos, pode-se considerar em contrapartida negativa a influência da Venezuela junto ao continente, como, por exemplo, a criação de uma lei de audiovisual, na Argentina, possivelmente uma, de comunicação, no Equador.






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